segunda-feira, 14 de julho de 2008

A história


Adoro, adoro, adoro... A música, a letra, a interpretação, a Anatomia de Grey, o McDreamy, ...
*E não gosto que digam na rádio "a música daquele anúncio da cerveja..." A música já cá (na net, pelo menos) andava muito antes do anúncio da cerveja...

quinta-feira, 10 de julho de 2008

...

Lá estava ela. Quieta, deitada na areia da praia, tentadora e convidativa… com um gesto que parecia dizer: - vem, vem para junto do mim, abraça-me.

E lá fui eu devagar, receoso, mas ao mesmo tempo excitado com a ideia do nosso encontro. Olhei-a mais uma vez, as curvas do seu corpo atraiam-me e eu sentia-me hipnotizado por aquela dança sensual.

Aproximei-me pé ante pé, e toquei-lhe pela primeira vez.

Acariciei-a, toquei-lhe e senti-lhe o toque suave e arrepiei-me.

Ganhei coragem e atirei-me de cabeça no nosso encontro. Senti-me abraçado como no seio materno. Deixei de ouvir o mundo. Era só eu e ela, nós os dois num abraço sem fim. Mas perigoso, o ar falta-me, é tempo de regressar à tona de água. O primeiro mergulho do ano estava dado.

Fantástico, o contacto com a água fria no corpo, que afinal até está morna, um abraço completo único. Sem interrupções. Os problemas ficam na areia e somos só nós e o mar. E de repente somos outra vez pequeninos, não temos medo de nada, somos fortes e corajosos, e só queremos estar ali. Encontramo-nos com o nosso eu, o verdadeiro, aquele escondido lá dentro de nós. É óptimo. Depois saímos e o sol massaja-nos a pele e enxuga as lágrimas do mar, que chorou pela nossa partida. Porque o tempo passou e é preciso regressar agora que o sol se põe e mergulha ele também na imensidão do mar azul, que agora já não é só azul, mas é também laranja porque o sol se fundiu com o mar e agora são um só. E eu fico ali sentado na areia a contemplar.

E tento perceber como pode haver tanta perfeição no mundo. Como pode ser tudo tão simples – mas complexo ao mesmo tempo – e tão perfeito. E fico ali perdido em mim e naquele encontro do mar com o sol, e percebo que sou pequeno, mas que também sou parte daquela perfeição. Eu e tu, e as outras pessoas que ainda ficam comigo a apanhar os últimos raios daquele momento mágico.

E percebo que somos especiais. Privilegiados por poder participar deste milagre e deste mistério tremendo que é a força da natureza.

Anoitece, é a vez da lua se manifestar e fazer companhia e testemunhar o amor dos amantes que se juntam na praia para celebrar a sua paixão.

Amanhã há mais…

terça-feira, 8 de julho de 2008

Férias

Nos últimos cinco anos passei, no máximo, cinco semanas seguidas em casa. Com o passar do tempo habituamo-nos ao nosso espaço, às nossas rotinas e às nossas manias. Recordamos como era viver na nossa casa e sentimos saudades. Apetece voltar, poder ficar em casa o tempo que se quer sem ser só nos fins-de-semana livres, comer a comida da mamã, conversar com quem verdadeiramente nos conhece, não ter a responsabilidade da limpeza… Chegam as férias e voltamos para a nossa casa. Depressa nos lembramos daquilo que não gostávamos quando vivíamos em casa, do que nos chateia, embirramos mais uns com os outros do que com “visitas” semanais. Aquilo que durante o ano é saudade e nos desgasta nas férias volta a ser a familiar chatice de antigamente. A vida tem destas contradições engraçadas, não é?

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Palma, Jorge Palma


Não são precisas mais palavras, já tínhamos dito que o concerto tinha sido bom. Finalmente tive uns minuto a meio da madrugada para publicar estas senhoras fotos deste grande, grande Senhor chamado Jorge