Três cenas engraçadas com o Timon e o Pumba
Hula:
CHAMEM-ME SENHOR PORCO!!!! (em inglês)
E o inesquecível Hakuna Matata
*Agora vou mesmo ver o filme
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
O Rei Leão
*O filme de animação da minha vida.
Traz com ele boas e más recordações.
E agora vou ali procurar a cassete (tenho que arranjar este em dvd...) para o voltar a ver :)
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Porque há dias em que a vida nos corre mal.
Ficamos sem o nosso telemóvel, percebemos que vivemos numa casa em que a maior parte das pessoas tem alergia ao trabalho e portanto sobra sempre para cima dos mesmos;
percebemos que apesar de todos os esforços que fazemos, todos os sacrificios para dar aquele jeitinho que todos sabem que nós damos sempre, no fim quem fica mal somos sempre nós.
nestes dias, só me apetece fazer uma coisa para aliviar, partilho convosco estes senhores: Iron Maiden, uma das melhores bandas de Metal - dizem até que foram eles que deram «coração» ao metal - são uns cinquentões simpáticos, músicos exímios que até dói de ver, nestes dias de azar e tristeza, fecho a prota do quarto ligo as colunas «a topo» e entro no concerto em primeira fila, esta chama-se Trooper, do tmepo em que o meu amigo MAnu trabalçhava com eles, aqui ao vivo no rock in Rio 2001. sim, estão vlehos mas continuam com uma pedalada fantástica.
Senhores e Senhoras menino e meninas, convosco Iron Maiden:
Feliz Natal a todos
Ficamos sem o nosso telemóvel, percebemos que vivemos numa casa em que a maior parte das pessoas tem alergia ao trabalho e portanto sobra sempre para cima dos mesmos;
percebemos que apesar de todos os esforços que fazemos, todos os sacrificios para dar aquele jeitinho que todos sabem que nós damos sempre, no fim quem fica mal somos sempre nós.
nestes dias, só me apetece fazer uma coisa para aliviar, partilho convosco estes senhores: Iron Maiden, uma das melhores bandas de Metal - dizem até que foram eles que deram «coração» ao metal - são uns cinquentões simpáticos, músicos exímios que até dói de ver, nestes dias de azar e tristeza, fecho a prota do quarto ligo as colunas «a topo» e entro no concerto em primeira fila, esta chama-se Trooper, do tmepo em que o meu amigo MAnu trabalçhava com eles, aqui ao vivo no rock in Rio 2001. sim, estão vlehos mas continuam com uma pedalada fantástica.
Senhores e Senhoras menino e meninas, convosco Iron Maiden:
Feliz Natal a todos
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Carta
Camionistas do meu país:
Atenciosamente,
Uma condutora à beira de um ataque de nervos.
Não é por conduzirem um carro monstruoso que podem andar de qualquer maneira na estrada.
Passo a explicar:
1 - Tudo o que é STOP, cedência de passagem ou prioridade à direita é válido para todos os condutores. Não é por o vosso carro ser maior que se podem atravessar à frente e eu tenho que parar porque se não mato-me. Estas regras valem quer venham do vosso trabalho, de um café/restaurante ou de uma "festa" com as meninas.
2 - Nas ultrapassagens tenham em conta que demoram mais tempo e congestionam o trânsito. Quando a estrada só tem duas faixas de rodagem, tenham o cuidado de não fazer parar quem vai na sua vida, descansado e em sentido contrário ao vosso, só para poderem ultrapassar.
3 - Os "piscas" não são opção do carro. Têm a sua utilidade...
4 - Quando escurece, não acendam as 1500 luzes que têm na frente do camião. Incomoda e cega as pessoas.
5 - Não se colem à traseira dos carros. Isso assusta quem vai dentro de um carro pequeno, na eventualidade de uma tavagem brusca. Se os carros não andam mais é porque não podem ou vão a cumprir o limite de velocidade.
Passo a explicar:
1 - Tudo o que é STOP, cedência de passagem ou prioridade à direita é válido para todos os condutores. Não é por o vosso carro ser maior que se podem atravessar à frente e eu tenho que parar porque se não mato-me. Estas regras valem quer venham do vosso trabalho, de um café/restaurante ou de uma "festa" com as meninas.
2 - Nas ultrapassagens tenham em conta que demoram mais tempo e congestionam o trânsito. Quando a estrada só tem duas faixas de rodagem, tenham o cuidado de não fazer parar quem vai na sua vida, descansado e em sentido contrário ao vosso, só para poderem ultrapassar.
3 - Os "piscas" não são opção do carro. Têm a sua utilidade...
4 - Quando escurece, não acendam as 1500 luzes que têm na frente do camião. Incomoda e cega as pessoas.
5 - Não se colem à traseira dos carros. Isso assusta quem vai dentro de um carro pequeno, na eventualidade de uma tavagem brusca. Se os carros não andam mais é porque não podem ou vão a cumprir o limite de velocidade.
Atenciosamente,
Uma condutora à beira de um ataque de nervos.
Um conto de Natal
De sacola e bordão, o velho Garrinchas fazia os possíveis para se aproximar da terra. A necessidade levara-o longe de mais. Pedir é um triste ofício, e pedir em Lourosa, pior. Ninguém dá nada. Tenha paciência, Deus o favoreça, hoje não pode ser - e beba um desgraçado água dos ribeiros e coma pedras! Por isso, que remédio senão alargar os horizontes, e estender a mão à caridade de gente desconhecida, que ao menos se envergonhasse de negar uma côdea a um homem a meio do padre-nosso. Sim, rezava quando batia a qualquer porta. Gostavam... Lá se tinha fé na oração, isso era outra conversa. As boas acções é que nos salvam. Não se entra no céu com ladainhas, tirassem daí o sentido. A coisa fia mais fino! Mas, enfim... Segue-se que só dando ao canelo por muito largo conseguia viver. E ali vinha de mais uma dessas romarias, bem escusadas se o mundo fosse de outra maneira. Muito embora trouxesse dez reis no bolso e o bornal cheio, o certo é que já lhe custava arrastar as pernas. Derreadinho! Podia, realmente, ter ficado em Loivos. Dormia, e no dia seguinte, de manhãzinha, punha-se a caminho. Mas quê! Metera-se-lhe na cabeça consoar à manjedoira nativa... E a verdade é que nem casa nem família o esperavam. Todo o calor possível seria o do forno do povo, permanentemente escancarado à pobreza. Em todo o caso sempre era passar a noite santa debaixo de telhas conhecidas, na modorra de um borralho de estevas e giestas familiares, a respirar o perfume a pão fresco da última cozedura... Essa regalia ao menos dava-a Lourosa aos desamparados. Encher-lhes a barriga, não. Agora albergar o corpo e matar o sono naquele santuário colectivo da fome, podiam. O problema estava em chegar lá. O raio da serra nunca mais acabava, e sentia-se cansado. Setenta e cinco anos, parecendo que não, é um grande carrego. Ainda por cima atrasara-se na jornada em Feitais. Dera uma volta ao lugarejo, as bichas pegaram, a coisa começou a render, e esqueceu-se das horas. Quando foi a dar conta passava das quatro. E, como anoitecia cedo não havia outro remédio senão ir agora a mata-cavalos, a correr contra o tempo e contra a idade, com o coração a refilar. Aflito, batia-lhe na taipa do peito, a pedir misericórdia. Tivesse paciência. O remédio era andar para diante. E o pior de tudo é que começava a nevar! Pela amostra, parecia coisa ligeira. Mas vamos ao caso que pegasse a valer? Bem, um pobre já está acostumado a quantas tropelias a sorte quer. Ele então, se fosse a queixar-se! Cada desconsideração do destino! Valia-lhe o bom feitio. Viesse o que viesse, recebia tudo com a mesma cara. Aborrecer-se para quê?! Não lucrava nada! Chamavam-lhe filósofo... Areias, queriam dizer. Importava-se lá. E caía, o algodão em rama! Caía, sim senhor! Bonito! Felizmente que a Senhora dos Prazeres ficava perto. Se a brincadeira continuasse, olha, dormia no cabido! O que é, sendo assim, adeus noite de Natal em Lourosa... Apressou mais o passo, fez ouvidos de mercador à fadiga, e foi rompendo a chuva de pétalas. Rico panorama! Com patorras de elefante e branco como um moleiro, ao cabo de meia hora de caminho chegou ao adro da ermida. À volta não se enxergava um palmo sequer de chão descoberto. Caiados, os penedos lembravam penitentes. Não havia que ver: nem pensar noutro pouso. E dar graças! Entrou no alpendre, encostou o pau à parede, arreou o alforge, sacudiu-se, e só então reparou que a porta da capela estava apenas encostada. Ou fora esquecimento, ou alguma alma pecadora forçara a fechadura. Vá lá! Do mal o menos. Em caso de necessidade, podia entrar e abrigar-se dentro. Assunto a resolver na ocasião devida... Para já, a fogueira que ia fazer tinha de ser cá fora. O diabo era arranjar lenha. Saiu, apanhou um braçado de urgueiras, voltou, e tentou acendê-las. Mas estavam verdes e húmidas, e o lume, depois de um clarão animador, apagou-se. Recomeçou três vezes, e três vezes o mesmo insucesso. Mau! Gastar os fósforos todos é que não. Num começo de angústia, porque o ar da montanha tolhia e começava a escurecer, lembrou-se de ir à sacristia ver se encontrava um bocado de papel. Descobriu, realmente, um jornal a forrar um gavetão, e já mais sossegado, e também agradecido ao céu por aquela ajuda, olhou o altar. Quase invisível na penumbra, com o divino filho ao colo, a Mãe de Deus parecia sorrir-lhe. Boas festas! - desejou-lhe então, a sorrir também. Contente daquela palavra que lhe saíra da boca sem saber como, voltou-se e deu com o andor da procissão arrumado a um canto. E teve outra ideia. Era um abuso, evidentemente, mas paciência. Lá morrer de frio, isso vírgula! Ia escavacar o ar canho. Olarila! Na altura da romaria que arranjassem um novo. Daí a pouco, envolvido pela negrura da noite, o coberto, não desfazendo, desafiava qualquer lareira afortunada. A madeira seca do palanquim ardia que regalava; só de cheirar o naco de presunto que recebera em Carvas crescia água na boca; que mais faltava? Enxuto e quente, o Garrinchas dispôs-se então a cear. Tirou a navalha do bolso, cortou um pedaço de broa e uma fatia de febra e sentou-se. Mas antes da primeira bocada a alma deu-lhe um rebate e, por descargo de consciência, ergueu-se e chegou-se à entrada da capela. O clarão do lume batia em cheio na talha dourada e enchia depois a casa toda. É servida? A Santa pareceu sorrir-lhe outra vez, e o menino também. E o Garrinchas, diante daquele acolhimento cada vez mais cordial, não esteve com meias medidas: entrou, dirigiu-se ao altar, pegou na imagem e trouxe-a para junto da fogueira. - Consoamos aqui os três - disse, com a pureza e a ironia de um patriarca. – A Senhora faz de quem é; o pequeno a mesma coisa; e eu, embora indigno, faço de S. José.
Miguel Torga
Feliz Natal, são os votos do
Azul
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Às vezes...
Acho que era melhor deixar o mestrado.
Tinha mais dias como o de hoje: acordar sem stress, preparar as coisas com calma, não andar a correr de um lado para o outro, não me sentir tão burra.
Tinha mais dias como o de hoje: acordar sem stress, preparar as coisas com calma, não andar a correr de um lado para o outro, não me sentir tão burra.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
As coisas da vida
Há um tempo atrás escrevi aqui sobre a MJ e a sua força nesta fase difícil da vida dela.
Passaram alguns meses. São evidentes os danos físicos provocados pela doença e pelos tratamentos e começam-se a notar os danos psicológicos. A MJ está muito cansada, está inchada e continua sem cabelo. Ainda não recuperou bem do tratamento de quimioterapia e já vai começar hoje a radioterapia (que vai durar mais de um mês). Descobriu ainda que o cancro é evasivo e que por isso não lhe removeram a totalidade do seio.
É esperar para ver...
Esperamos que o tratamento corra bem e vamos tentando animá-la sempre que possível...
Ela vai-se esforçando por fazer o dia-a-dia, como "se nada fosse"...
Passaram alguns meses. São evidentes os danos físicos provocados pela doença e pelos tratamentos e começam-se a notar os danos psicológicos. A MJ está muito cansada, está inchada e continua sem cabelo. Ainda não recuperou bem do tratamento de quimioterapia e já vai começar hoje a radioterapia (que vai durar mais de um mês). Descobriu ainda que o cancro é evasivo e que por isso não lhe removeram a totalidade do seio.
É esperar para ver...
Esperamos que o tratamento corra bem e vamos tentando animá-la sempre que possível...
Ela vai-se esforçando por fazer o dia-a-dia, como "se nada fosse"...
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
A Rosa e os Índios VII
No meio de uma actividade...
R.S.: O teu foguete parece uma picha!
Turma: Ah! Agora é que foi...
R.B.: P I C H A
Eu (com ar de má): E estúpido? Sabes soletrar?
E o assunto encerrou por ali...
R.S.: O teu foguete parece uma picha!
Turma: Ah! Agora é que foi...
R.B.: P I C H A
Eu (com ar de má): E estúpido? Sabes soletrar?
E o assunto encerrou por ali...
Olhares
O que vêem os outros quando olham para mim? Coitada. Anda sempre despenteada. É tontinha. Com aquele aspecto...
O que veêm os outros quando olham para nós?
O mesmo que nós vemos quando olhamos para eles?
Notamos o aspecto físico geral, tiramos as primeiras impressões da pessoa, vemos como se comporta e como age... E , inevitavelmente, no fim "julgamos". Eu acho que esta pessoa...
O importante é vermos para além da primeira impressão e tentarmos conhecer a pessoa, se criámos algum tipo de afinidade.
O maravilhoso é vermos realmente a pessoa e nos sentirmos vistos por ela até aos recantos da nossa alma. Os olhares que nos vêem como nós somos e não fogem (porque não se assustam) nem nos deixam fugir. Os olhares que se completam um ao outro, que não precisam de palavras, que são conhecimento mútuo e que querem algo mais.
Olhares que dão sabor à vida.
Olhares que nos fazem falta.
Olhares que não encontramos por muito que procuremos.
O que veêm os outros quando olham para nós?
O mesmo que nós vemos quando olhamos para eles?
Notamos o aspecto físico geral, tiramos as primeiras impressões da pessoa, vemos como se comporta e como age... E , inevitavelmente, no fim "julgamos". Eu acho que esta pessoa...
O importante é vermos para além da primeira impressão e tentarmos conhecer a pessoa, se criámos algum tipo de afinidade.
O maravilhoso é vermos realmente a pessoa e nos sentirmos vistos por ela até aos recantos da nossa alma. Os olhares que nos vêem como nós somos e não fogem (porque não se assustam) nem nos deixam fugir. Os olhares que se completam um ao outro, que não precisam de palavras, que são conhecimento mútuo e que querem algo mais.
Olhares que dão sabor à vida.
Olhares que nos fazem falta.
Olhares que não encontramos por muito que procuremos.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
O meu carro
O meu carro é velhinho.
O meu carro é vermelho.
O meu carro cheira bem e normalmente está limpinho.
O meu carro tem rádio.
O meu carro desembacia.
O meu carro tem uma antena para o rádio gigante.
Eu gosto do meu carro.
Mas o meu carro é um grande porco.
O meu carro fura-se duas vezes na mesma semana.
O meu carro come muita gasolina.
O meu carro não pega para eu ir trabalhar.
O meu carro é um porco imundo!
O meu carro é vermelho.
O meu carro cheira bem e normalmente está limpinho.
O meu carro tem rádio.
O meu carro desembacia.
O meu carro tem uma antena para o rádio gigante.
Eu gosto do meu carro.
Mas o meu carro é um grande porco.
O meu carro fura-se duas vezes na mesma semana.
O meu carro come muita gasolina.
O meu carro não pega para eu ir trabalhar.
O meu carro é um porco imundo!
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
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