sexta-feira, 29 de maio de 2009
Ah e tal...
*com as devidas diferenças porque agora a vida é outra. Mas é igual. Feels the same. Ah e a minha idade volta a ser um número par. Gosto dos números pares ;)
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Nós e os pequeninos
A vinda de uma criança ao mundo é, na maioria da vezes e felizmente, um momento muito ansiado e esperado pelos pais. Eu não sou mãe, nem lá perto, mas conheço quem tenha bebés e é realmente um momento mágico. Espera-se que nada de mal aconteça àquele bebé e que se consiga protegê-lo de todo o mal do mundo. Este sentimento é natural, tão natural que nós próprios tendemos a proteger os irmãos mais novos (quando não estamos zangados com eles), os primos, pais, avós, amigos, etc. Não gostamos quando dizem ou fazem certas coisas às nossas pessoas, ficamos revoltados.
Hoje em dia vê-se de tudo. O ritmo de vida actual da nossa sociedade (que nem é dos mais puxados do mundo.... em alguns países a população não frequenta espaços de divertimento nocturnos durante a semana e onde ao fim-de-semana a maioria das lojas e supermercados está fechada...) não permite que os pais passem tempo a educar e incutir valores nos seus filhos. Muitos deles passam demasiado tempo sozinhos. Não têm noção dos seus limites, das regras mínimas de educação; não respeitam o seu espaço nem o dos outros. Eu por um lado percebo, os pais não estão com os filhos e tentam (justificadamente) encontrar formas de compensar a ausência. Pode não ser o melhos método, sei, por experiência própria, que não o é, mas cada um faz o que pode. O que me parece é que além dos precalços da vida, muita desta boa gente não pensou bem o que implica o papel de mãe/pai. Mas ao menos esforçam-se e acredito que alguns façam o melhor que podem e sabem, e quem faz isso não merece ser criticado.
No entanto, há pais que não têm a mínima apetência para ter filhos. Na minha opinião deviam tomar precauções para nunca serem pais. Não estou a falar do aborto (que é outra longa história), estou a falar, por exemplo, do uso de contraceptivos ou medidas mais radicais. Pais que desprezam por completo as crianças e as tratam mal, pais que as obrigam a trabalhar ou exercem sobre elas qualquer tipo de violência. Nestas situações a responsabilidade por uma ida integra e plena deixa de ser dos pais e alguém tem que intervir, salvar aquela criança do meio onde vive, para que possa ter perspectivas de um futuro melhor. Muitas vezes o próprio estado é levado a intervir; a maioria das vezes faz merda. É o que passa com a Alexandra. Como é que ocorre uma coisa destas? Imaginemo-nos nós, adultos, a ir para um país desconhecido com uma pessoa que abusou de nós, sem falar uma palavra que seja daquela língua esquisita e deixando para tráz que nos deu amor e carinho? O que não há-de ir na cabeça e na alma daquela menina. Como é que uma coisa destas acontece?
As Alexandras, Joanas, Madddies, Esmeraldas, os Ruis Pedro (cada caso diferente, eu sei) merecem mais de nós. Merecem mais da nossa sociedade, do estado. Precisam de alguém que lute por eles, que lute com ou contra os pais. Que os salve e os deixe ter oportunidades.
Que futuros adultos andamos nós a criar, num pseudo-país desenvolvido? Quem vão ser os adultos de amanhã?
Basta entra numa escola básica (atenção que também lá há coisas boas, muito boas) para temermos e pensarmos: Quando eu for velhinho, o motor da sociedade é isto? Que diferença vou eu fazer com os meus pseudo-filhos?
Que revolta pela bandalheira em que vivemos...
sexta-feira, 22 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Deficiências
'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego' é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
'Surdo' é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
'Paralítico' é quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam de sua ajuda.
'Diabético' é quem não consegue ser doce.
'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
' A amizade é um amor que nunca morre'.
Mário Quintana
domingo, 17 de maio de 2009
Coisas do fim-se-semana
No dentista
Eu: - Eu hoje não quero levar anestesia. Hoje não a deixo fazer nada que seja para levar anestesia, não me apetece.
Dentista: - Oh Rosa, mas você está grávida?
mais tarde na mesma consulta...
Dentista: Você anda a beijar alguém que fuma?
De volta a casa
Vizinho: - Então correu tudo bem? Já acabaste os exames? E o trabalho?
(A conversa do costume...)
E então quando é que arranjas um rapaz e te casas? Já é tempo. Eu tinha gosto em ir ao teu casamento. Ainda mais agora com o curso acabado...
As pessoas devem achar que ter/encontrar um namorado é como ir ao supermercado fazer as compras da semana, comprar uma peça de roupa ou um par de sapatos. Se não temos namorado, ninguém percebe porquê, somos umas tristes e umas encalhadas. Uns trombolhos que ninguém quer e que vão ficar solteiras e sozinhas a vida toda. Não seguimos a lei da natureza: tirar um curso, arranjar emprego, casar e ter filhos (não necessariamente por esta ordem); o tempo passa e o relógio não pára... Por outro lado, se nos conhecem mais de dois ou três namorados somos umas vadias (putas), umas oferecidas (putas), umas cabeças no ar (putas), no fundo umas putas.
Eu digo sempre que prefiro ficar sozinha a aturar um bêbedo, um homem violento, um gajo que passa a vida nos copos e com os amigos(as). Estar sozinha não é necessariamente mau. Estar sozinha não é sempre bom. Mas a ter que viver como certos casais que conheço, prefiro estar sozinha, prezo a minha liberdade e o meu orgulho mantém-se intacto. Também não há problemas com a teimosia e o mau feitio. Ou isso ou encontrar uma namorada. Aí acabavam os stresses do casamento e dos filhos. Era só a (puta da) ovelha ranhosa que ia contra as leis do universo e da Igreja, que comia gajas, não podia casar nem ter/adoptar filhos. De uma forma ou de outra, quem está de fora, arranja sempre forma de criticar (ainda mais nos meios pequenos).
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Coisas que me tiram do sério... (II)
E eu penso: "Boa pá! No fim de ligares e desligares 20 vezes, eu mereço os parabéns pela paciência."
Esta frase irrita-me solenemente.
*não existem porque o skype funciona e o firefox também...