A maior das crueldades que a vida nos pode oferecer é fazer-nos acreditar que conseguimos (e somos como os outros) e de um momento para o outro tirar-nos o chão.
Caímos como os trapezistas sem rede. Fazemos birra, como as crianças quando não têm um doce. Mas em última análise, temos que aceitar (contrariados) o que a vida nos impõe e aprender a viver com o nosso buraco negro, que aumenta cada vez que acreditamos (quando sabemos que não devemos, que há coisas que não são para nós vivermos).
Caímos como os trapezistas sem rede. Fazemos birra, como as crianças quando não têm um doce. Mas em última análise, temos que aceitar (contrariados) o que a vida nos impõe e aprender a viver com o nosso buraco negro, que aumenta cada vez que acreditamos (quando sabemos que não devemos, que há coisas que não são para nós vivermos).