domingo, 30 de novembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
apetece-me
a vida, meus caros leitores, é um risco constante. começa de manhã e acaba à noite. e mesmo a dormir pode ser perigoso.
por isso, não esquecendo nunca as devidas precauções, o nossodia a dia é de algum risco. a nossa vida é toda ela assim. se calhar até é isso que lhe dá um certo gozo! é o jogo, o risco que dão sabor ao que nos vai acontecendo.
é o partir à descoberta. do desconhecido. da novidade.
ter medo, retraimo-nos quando sentimos esse apelo, só leva a não gozarmos a vida como devemos.
memso que não dê em nada. mas arrriscamos, porque pode ser por ali o nosso caminho. é um tiro no escuro? se calhar é. ams são esses que recordamos quando usamos bengala!
são esses que marcam e nos formam!
aqui fica uma musiquinha para meditar no assunto
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Felicidade
De que é feita a felicidade?
A resposta não parece nada trivial.
A felicidade é feita de pequenos momentos: na troca de um olhar, na cumplicidade num assunto, numa loucura comum, num "tenho saudades tuas" ou num olá especial.
E em dias, como o de hoje, em que as coisas não correm bem, não deixamos de ser felizes porque as pequenas causas da nossa felicidade estão connosco, como sempre.
A felicidade é saber valorizar e aproveitar aquilo que a vida nos dá e que fazemos por ter, esperando que o que não está como nós queremos, venha a ficar melhor.
Será?!
A resposta não parece nada trivial.
A felicidade é feita de pequenos momentos: na troca de um olhar, na cumplicidade num assunto, numa loucura comum, num "tenho saudades tuas" ou num olá especial.
E em dias, como o de hoje, em que as coisas não correm bem, não deixamos de ser felizes porque as pequenas causas da nossa felicidade estão connosco, como sempre.
A felicidade é saber valorizar e aproveitar aquilo que a vida nos dá e que fazemos por ter, esperando que o que não está como nós queremos, venha a ficar melhor.
Será?!
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Surpresas
Temos, por vezes, a sorte de encontrar pessoas que nos surpreendem. Não falo só dos amigos que nos mudam pneus, aturam as nossas crises, nos levam a passear ou ao cinema. Falo daquelas pessoas que nos são “estranhas” mas que nos surpreendem quase todos os dias. Porque ainda há pessoas “simples”, que dão importância às pequenas coisas da vida, que têm consciência, que não gostam de falar muito, que se riem e nos fazem rir, com quem se está à vontade, que entram em brincadeiras parvas, que aquecem estas tardes mais frias de início de Outono. E é tão bom ser surpreendido…
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
O meu avô...
O meu avô morreu muito depressa. Numa semana estava bem, foi para o hospital e nunca mais foi ele. Parecia alheio a tudo o que o rodeava (será que ele sabia que nós íamos lá?), não comia, estava com dores… Os médicos e enfermeiros disseram logo que não havia nada a fazer. E esteve uma semana e tal naquela agonia.
Só espero que tenhamos feito por ele tudo quanto podíamos e quando podíamos… Às vezes tenho as minhas dúvidas… A vida às vezes troca-nos as voltas…
O meu avô morreu há dois anos e eu tenho saudades dele.
nossa Senhora
Tenho ao cimo da escada,
de maneira que logo, entrando, os olhos me dão nela,
uma nossa Senhora de Madeira arrancada a um Calvário de Capela.
Põe as mãos com fervor e angústia.
O manto cobre-lhe a testa, os ombros, cai composto;
e uma expressão de febre e de espanto quase lhe afeia o fino rosto.
Mãe das Dores, seus olhos enevoados olham, chorosos, fixos, além…
E eu, ao passar, detenho os meus passos apressados, peço-lhe:
-A sua bênção, Mãe! Sim, fazemo-nos boa companhia,
e não me assusta a sua dor; quase me apraz.
O Filho dessa Mãe nunca mais morre, Aleluia.
Só isto bastaria a me dar paz.
-Porque choras, Mulher? – docemente a repreendo
Mas à minh’alma, então,
chega de longe a sua voz que eu bem entendo: - não é por Ele…
- Eu sei! Teus filhos somos nós.
de maneira que logo, entrando, os olhos me dão nela,
uma nossa Senhora de Madeira arrancada a um Calvário de Capela.
Põe as mãos com fervor e angústia.
O manto cobre-lhe a testa, os ombros, cai composto;
e uma expressão de febre e de espanto quase lhe afeia o fino rosto.
Mãe das Dores, seus olhos enevoados olham, chorosos, fixos, além…
E eu, ao passar, detenho os meus passos apressados, peço-lhe:
-A sua bênção, Mãe! Sim, fazemo-nos boa companhia,
e não me assusta a sua dor; quase me apraz.
O Filho dessa Mãe nunca mais morre, Aleluia.
Só isto bastaria a me dar paz.
-Porque choras, Mulher? – docemente a repreendo
Mas à minh’alma, então,
chega de longe a sua voz que eu bem entendo: - não é por Ele…
- Eu sei! Teus filhos somos nós.
José Régio
Como mudar um pneu - duas técnicas infalíveis
Eis uma questão que se coloca a muito boa gente e infelizmente nas piores circunstâncias da vida. E tal como as cosias más da vida, tendemos a achar que só acontece aos outros. Pois bem, não podia – digo eu com ar paternalista – estar mais errado. Acontece a todos e quando menos se espera!
Infelizmente, não temos tempo de reflectir e meditar sobre estas coisas. Nem sobre estas nem outras de grande importância para a nossa vida e quando nos surgem fazem-nos sofrer mais que o necessário.
Por isso aqui fica a receita:
1. Procurar o sobresselente;
2. Procurar o macaco – que pode ou não estar junto da roda sobresselente;
3. Procurar a chave de parafusos;
4. Desapertar os parafusos, sim! Com a roda no chão, pelo menos até se conseguirem tirar facilmente, mas sem os tirar totalmente. Não queremos a roda no chão antes de tempo;
5. Certificar-se de que o carro está devidamente travado, não queremos ter nenhum desgosto com o carro a descair connosco debaixo;
6. Colocar o macaco no sítio apropriado, debaixo do carro, há que ajoelhar e colocar a cabeça debaixo do veículo em causa e procurar o local apropriado;
7. Dar à manivela e levantar o carro;
8. Tirar os parafusos, agora que temos o carro no ar;
9. Tirar a roda, agarrem bem, porque pode ser mais pesada do que se pensa;
10. Colocar a roda sobresselente e cuidado para alinhar os buracos dos parafusos;
11. Colocar os parafusos e apertar em cruz;
12. Apertar o máximo que se consiga com a roda no ar, para que a jante encaixe bem;
13. Baixar o macaco;
14. Apertar finalmente, normalmente resulta usar o peso do corpo em cima da chave;
15. Arrumar o pneu roto no sítio do sobresselente, arrumar macaco e chave;
16. Limpar as mãos e ir remendar o pneu o mais rápido possível;
Notas importantes:
Um parafuso aperta para o lado direito e consequentemente desaperta para o lado oposto, isto é: o esquerdo; funciona como os ponteiros do relógio;
Técnica dois:
Ao verificar que o pneu está vazio, pegar descontraidamente no telemóvel e telefonar ao melhor amigo e pedir ajuda;
Deixo aqui um diálogo que pode servir de modelo:
Assim que o amigo atender, e sem o deixar dizer nada, disparar o seguinte:
- Olha lá! Tu sabes mudar um pneu? É que tenho o meu vazio e não sei como se faz!
Se ele for dos bons diz:
- Já aí vou ter…
E nem repara que nem o cumprimentámos nem lhe perguntámos se estava bem ou se estava numa maca de um qualquer hospital.
Esta é mais fácil….
Infelizmente, não temos tempo de reflectir e meditar sobre estas coisas. Nem sobre estas nem outras de grande importância para a nossa vida e quando nos surgem fazem-nos sofrer mais que o necessário.
Por isso aqui fica a receita:
1. Procurar o sobresselente;
2. Procurar o macaco – que pode ou não estar junto da roda sobresselente;
3. Procurar a chave de parafusos;
4. Desapertar os parafusos, sim! Com a roda no chão, pelo menos até se conseguirem tirar facilmente, mas sem os tirar totalmente. Não queremos a roda no chão antes de tempo;
5. Certificar-se de que o carro está devidamente travado, não queremos ter nenhum desgosto com o carro a descair connosco debaixo;
6. Colocar o macaco no sítio apropriado, debaixo do carro, há que ajoelhar e colocar a cabeça debaixo do veículo em causa e procurar o local apropriado;
7. Dar à manivela e levantar o carro;
8. Tirar os parafusos, agora que temos o carro no ar;
9. Tirar a roda, agarrem bem, porque pode ser mais pesada do que se pensa;
10. Colocar a roda sobresselente e cuidado para alinhar os buracos dos parafusos;
11. Colocar os parafusos e apertar em cruz;
12. Apertar o máximo que se consiga com a roda no ar, para que a jante encaixe bem;
13. Baixar o macaco;
14. Apertar finalmente, normalmente resulta usar o peso do corpo em cima da chave;
15. Arrumar o pneu roto no sítio do sobresselente, arrumar macaco e chave;
16. Limpar as mãos e ir remendar o pneu o mais rápido possível;
Notas importantes:
Um parafuso aperta para o lado direito e consequentemente desaperta para o lado oposto, isto é: o esquerdo; funciona como os ponteiros do relógio;
Técnica dois:
Ao verificar que o pneu está vazio, pegar descontraidamente no telemóvel e telefonar ao melhor amigo e pedir ajuda;
Deixo aqui um diálogo que pode servir de modelo:
Assim que o amigo atender, e sem o deixar dizer nada, disparar o seguinte:
- Olha lá! Tu sabes mudar um pneu? É que tenho o meu vazio e não sei como se faz!
Se ele for dos bons diz:
- Já aí vou ter…
E nem repara que nem o cumprimentámos nem lhe perguntámos se estava bem ou se estava numa maca de um qualquer hospital.
Esta é mais fácil….
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Eu não sei dizer
O silêncio deixa-me ileso, e que importância tem?
Se assim tu vês em mim alguém melhor que alguém.
Sei que minto pois o que sinto não é diferente de ti.
Não cedo. Este segredo é fragil e é meu.
Eu não sei tanto sobre tanta coisa
que às vezes tenho medo
de dizer aquelas coisas que fazem chorar.
Quem te disse coisas tristes não era igual a mim.
Sim, eu sei que choro, mas eu posso
querer diferente para ti.
Eu não sei tanto sobre tanta coisa
que às vezes tenho medo
de dizer aquelas coisas que fazem chorar.
E não me perguntes nada.
Eu não sei dizer.
domingo, 9 de novembro de 2008
Egoísta
Sinto-me insegura, insatisfeita, desorientada, estúpida, egoísta, chata, ... demais.
O que pesa mais é mesmo a sensação de inutilidade. De que se vão fazendo uma coisas no dia-a-dia, sempre a correr, mas que não satisfazem totalmente, não me deixam completamente feliz...
E o que mudar? (Pode-se mudar?!)
Correr para quê, para onde??
Porquê??
Até quando???
O que pesa mais é mesmo a sensação de inutilidade. De que se vão fazendo uma coisas no dia-a-dia, sempre a correr, mas que não satisfazem totalmente, não me deixam completamente feliz...
E o que mudar? (Pode-se mudar?!)
Correr para quê, para onde??
Porquê??
Até quando???
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
as voltas da vida
Hoje, parecia ser um dia perfeitamente normal.
E foi.
Não fosse o facto de ter encontrado uma amiga que tinha deixado de ver à coisa de 8 anos.
è verdade. 8 anos, é uma eternidade quando se tem poucos anos de vida ainda.
Depois de umas série de anos a partilhar as mesmas aulas, e os dias, pois é assim que se vive quando se vive para o estudo, ela foi embora.
Agora, graças a estas maravilhas na Internet, e do Hi5, reencontrou os antigos colegas.
Está diferente. Teve que lutar pela vida. è engraçado ver como as pessoas mudam. eu que conservava uma certa imagem mental dela, tive que fazer um esforço para conseguir reconhecer o rosto de que me lembrava. Mas lá estava ele. Está mais bonita sim. Já é mãe e tudo. A filha é um doce de menina, super querida e linda, não fosse ela ter dois anos.
E como se não bastasse uma outra colega também me encontrou.
estranho este mundo virtual não?
Fez-me pensar como era o tempo antes... era tudo tão diferente não era?
ás vezes sinto falta, parecia que era mais fácil...
estes senhores dizem como era...
terça-feira, 4 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
100!!
Este é o centésimo post. Podia ser um post comum, mas não é.
Vou ususpar esse direito e prestar homenagem a quem merece. a quem está sempre presente. a quem não vira as costas nunca.
porque são estas coisas que me ajudam a levantar a moral.
obrigado
Vou ususpar esse direito e prestar homenagem a quem merece. a quem está sempre presente. a quem não vira as costas nunca.
porque são estas coisas que me ajudam a levantar a moral.
obrigado
domingo, 2 de novembro de 2008
Outono
A época do ano de que mais gosto é o Outono.
O cheiro das primeiras chuvas; as árvores vermelhas e cor-de-laranja; o cheiro a castanhas assadas; os cachecóis e as botas; o quentinho do sofá; o aproximar do Natal; as festas em família; as iluminações nas ruas; os capuccinos e o leite quentinho com café; caminhar pela rua ao final da tarde; ver as montras; ir ao cinema e tantas outras coisas.
Sinto mais o calor humano nesta altura do ano, ando mais activa, tenho mais paciência...
O cheiro das primeiras chuvas; as árvores vermelhas e cor-de-laranja; o cheiro a castanhas assadas; os cachecóis e as botas; o quentinho do sofá; o aproximar do Natal; as festas em família; as iluminações nas ruas; os capuccinos e o leite quentinho com café; caminhar pela rua ao final da tarde; ver as montras; ir ao cinema e tantas outras coisas.
Sinto mais o calor humano nesta altura do ano, ando mais activa, tenho mais paciência...
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