Sentimos que o mundo avança, as pessoas mudam e nós ficamos para tráz. Imóveis e sem capacidade para avançar. Até que alguém nos empurra e nós recomeçamos a caminhar. E eu gostava de não precisar de tantos empurrões, como ultimamente. Gostava de ser uma gaja independente, decidida e segura, sem queixinhas ou lamentações. E às vezes sou. E muitas vezes não sou.
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