A tragédia da minha vida romântico-amorosa...
No dentista
Eu: - Eu hoje não quero levar anestesia. Hoje não a deixo fazer nada que seja para levar anestesia, não me apetece.
Dentista: - Oh Rosa, mas você está grávida?
mais tarde na mesma consulta...
Dentista: Você anda a beijar alguém que fuma?
De volta a casa
Vizinho: - Então correu tudo bem? Já acabaste os exames? E o trabalho?
(A conversa do costume...)
E então quando é que arranjas um rapaz e te casas? Já é tempo. Eu tinha gosto em ir ao teu casamento. Ainda mais agora com o curso acabado...
As pessoas devem achar que ter/encontrar um namorado é como ir ao supermercado fazer as compras da semana, comprar uma peça de roupa ou um par de sapatos. Se não temos namorado, ninguém percebe porquê, somos umas tristes e umas encalhadas. Uns trombolhos que ninguém quer e que vão ficar solteiras e sozinhas a vida toda. Não seguimos a lei da natureza: tirar um curso, arranjar emprego, casar e ter filhos (não necessariamente por esta ordem); o tempo passa e o relógio não pára... Por outro lado, se nos conhecem mais de dois ou três namorados somos umas vadias (putas), umas oferecidas (putas), umas cabeças no ar (putas), no fundo umas putas.
Eu digo sempre que prefiro ficar sozinha a aturar um bêbedo, um homem violento, um gajo que passa a vida nos copos e com os amigos(as). Estar sozinha não é necessariamente mau. Estar sozinha não é sempre bom. Mas a ter que viver como certos casais que conheço, prefiro estar sozinha, prezo a minha liberdade e o meu orgulho mantém-se intacto. Também não há problemas com a teimosia e o mau feitio. Ou isso ou encontrar uma namorada. Aí acabavam os stresses do casamento e dos filhos. Era só a (puta da) ovelha ranhosa que ia contra as leis do universo e da Igreja, que comia gajas, não podia casar nem ter/adoptar filhos. De uma forma ou de outra, quem está de fora, arranja sempre forma de criticar (ainda mais nos meios pequenos).
No dentista
Eu: - Eu hoje não quero levar anestesia. Hoje não a deixo fazer nada que seja para levar anestesia, não me apetece.
Dentista: - Oh Rosa, mas você está grávida?
mais tarde na mesma consulta...
Dentista: Você anda a beijar alguém que fuma?
De volta a casa
Vizinho: - Então correu tudo bem? Já acabaste os exames? E o trabalho?
(A conversa do costume...)
E então quando é que arranjas um rapaz e te casas? Já é tempo. Eu tinha gosto em ir ao teu casamento. Ainda mais agora com o curso acabado...
As pessoas devem achar que ter/encontrar um namorado é como ir ao supermercado fazer as compras da semana, comprar uma peça de roupa ou um par de sapatos. Se não temos namorado, ninguém percebe porquê, somos umas tristes e umas encalhadas. Uns trombolhos que ninguém quer e que vão ficar solteiras e sozinhas a vida toda. Não seguimos a lei da natureza: tirar um curso, arranjar emprego, casar e ter filhos (não necessariamente por esta ordem); o tempo passa e o relógio não pára... Por outro lado, se nos conhecem mais de dois ou três namorados somos umas vadias (putas), umas oferecidas (putas), umas cabeças no ar (putas), no fundo umas putas.
Eu digo sempre que prefiro ficar sozinha a aturar um bêbedo, um homem violento, um gajo que passa a vida nos copos e com os amigos(as). Estar sozinha não é necessariamente mau. Estar sozinha não é sempre bom. Mas a ter que viver como certos casais que conheço, prefiro estar sozinha, prezo a minha liberdade e o meu orgulho mantém-se intacto. Também não há problemas com a teimosia e o mau feitio. Ou isso ou encontrar uma namorada. Aí acabavam os stresses do casamento e dos filhos. Era só a (puta da) ovelha ranhosa que ia contra as leis do universo e da Igreja, que comia gajas, não podia casar nem ter/adoptar filhos. De uma forma ou de outra, quem está de fora, arranja sempre forma de criticar (ainda mais nos meios pequenos).
2 comentários:
:)
Dá mesmo vontade de perguntar a essas pessoas que têm que perguntar essas coisas "Em que loja arranjou o seu marido? Estava em saldos?"
Enviar um comentário