domingo, 19 de outubro de 2008

The “better” list, sempre incompleta



Boa em ter paciência para mim 24/24; 7/; 366/366(sim os nossos anos são diferentes das pessoas normais);

Boa no sorriso honesto e simples que tem;

Boa de coração;

Boa na simpatia com que trata as pessoas;

Boa, na voz carinhosa com que se expressa;

Boa, na forma tímida com que atura as minhas loucuras,

E boa na resposta que lhe dá a seguir;

Boa quando abre a porta de casa as tantas da manhã depois de uma breve passagem pelo Mc’ Donalds;

É a parceira ideal (leia-se de sonho) em actividades diversas tais como:

Actividades em acampamentos de escuteiros;

Cinema;

Concertos, inclui latada e queima;

Tardes agradáveis de primavera, verão, Outono e até mesmo de inverno numa qualquer esplanada discreta e agradável;

É óptima a levantar-nos a moral;

A estender a mão para nos tirar da fossa;

A lembrar-nos do nosso valor;

A dar-nos um empurrão para a frente;

A indicar-nos o brilho do sol no meio da pior das tempestades;

É boa para ver o David Fonseca e o Rui Veloso ao vivo;

É boa para comer tremoços e beber uns finos;

É boa a fazer-nos sentir gente;

É boa a fazer-nos sentir especiais;

É boa a fazer-nos sentir alguém;

É boa a conversar mesmo em silêncio;

É boa porque tem sempre uma palavra indicada em qualquer situação;

É boa porque é a amiga que queremos ter sempre por perto;

É a amiga que não se esquece do nosso aniversário;

Se fizessem um kit de sobrevivência em caso de catástrofe natural, ela faria parte dele;

 

Por motivos de poupança de espaço usamos o termo “boa”, mas pedimos que se repita a leitura do texto dando o sentido de “fantástica e extremamente magnífica” ao termo “boa”.


P.S. Vai buscar!

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