quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Remar Remar

Depois de um daqueles dias, a Rosa, na sua infinita bondade e paciência, recordou-me um dos meus maiores ídolos: os senhores comendadores Xutos & Pontapés;
E postou aquela música fantástica que é de facto a cara destes senhores e que se aplica ao estado de espírito com que ficamos muitas vezes e a resposta não podia ser melhor:
Remar, remar, forçar a corrente!
Haja o que houver, venha o que vier, nós continuamso firmes e hirtos, tesos sem dar parte fraca.
Sim, às vezes temos os nossos momentos de fraqueza, mas há uma Força maior (hoje em dia dizem Força, têm vergonha de dizer Deus), que nos amapara e lá mete a mão sob inúmeras formas. Ontem foi a música da Rosa e um ou outro amigo (sim tu sabes quem foste), que nos aparecem e se colocam ao nosso lado. Agarram o remo e fazem como o Kalú: batem o ritmo com força e paixão de quem ama o que faz. Neste caso, com a força e a paixão de quem ama um amigo. e agarram o remo e nos mostram que não há maré que nos vença!

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