Porque motivo quando ouvimos determinada música, soltamos um sorriso, aumentamos o volume e ficamos parados a olhar para a coluna? Ou pelo menos ficamos com um ar diferente.
É de facto estranho como uma música pode alterar ou influenciar tanto o nosso comportamento, o nosso humor e a nossa má-disposição. E só para que se veja a influência de tal acontecimento, dizem os cientistas que as vacas dão mais leite a ouvir Mozart! Fantástico… leite musical…
Quanto a este vosso humilde e Azul servo, um ouvinte compulsivo de música, torna-se difícil escolher uma música que marque de forma inequívoca. Porque de facto existem algumas e que , estranhamente, seguem todas uma linha. Porque os nossos gostos musicais mudam, vamos evoluindo. É uma característica dos humanos. Nunca estamos satisfeitos com aquilo que alcançamos, pelo menos durante muito tempo. Queremos sempre mais e mais. E ainda bem, porque se não, ainda andávamos no comboio a vapor e a cavalo.
E com o nosso gosto sé o mesmo, hoje gostamos de uma coisa, amanhã, não quer dizer que não gostemos dela, mas já vamos começar a apreciar algo mais.
Vejamos, este vosso servo, ouve desde a nossa querida amiga Mariza, até a algo mais pesado como seja Moonspeel! Gosto de apreciar os sons, os instrumentos e ai sou um apaixonado pelas guitarras eléctricas, e aí os anos oitenta continuam a ser os maiores. Led Zeplin, ACDC, os enormes Guns não’ roses com o seu semi-deus da guitarra Slash! Os apreciadores do Algarve e amigos do nosso falecido amigo Manu, os Iron Maiden e não menores, pelo contrário, os velhinhos Queen! Depois outros estilos claro, o Edge com o seu estilo completamente contrario a este movimento louco dos anos oitenta, com o seu estilo inigualável que dá um som e uma melodia única ás musicas de U2, seja no piano seja na guitarra.
E os meus queridos Xutos & Pontapés, que à trinta anos continuam a dar cartas no rock português iniciado pelo Senhor do norte Rui Veloso!
Assim num panorama tão grande é fácil ter um leque de músicas que a determinada altura da nossa vida nos foram marcando, seja pela idade, seja circunstância em que ouvimos a música. Lembro de um das primeiras que me despertaram seriamente a atenção: Under pressure dos Queen; Stuck in a moment, dos U2; depois vieram os Xutos e eu podia escrever aqui a discografia toda, mas escolho Circo de Feras, Homem do Leme, Remar Remar e Teimosia.
O Fonseca de Leiria, também deixou grande marca nos últimos tempos, e uma musica tem que ser mesmo muito boa quando consegue de facto suscitar sentimentos, e reacção em massa. Como se explica que num concerto em que o publico está totalmente ao rubro aos saltos e quase em êxtase, de repente fique sossegado quase em adoração ao palco, ao som de músicas como a Teimosia dos Xutos, ou Não Afastes os teus Olhos dos meus do David Fonseca?
A música da minha vida vai ser sempre aquela que consiga fazer com que eu a ouça no coração e não somente com os ouvidos. Aquela que me faça um sorriso enorme que eu não consiga disfarçar, aquela que me faça cantar no carro feito parvo, como é a Sweet Child of Mine e aquelas em que fico Azul a tentar cantar com o Tim.
Musicas da minha vida são aquelas que mostram aquilo que somos, eu sou um lamechas porque as que me tocam mais são as baladas, mesmo as mais pesadas do metal como aquela maravilha musical a que chamam Nothing else Matters.
Ouçam estas músicas e fiquem azuis como eu…
É de facto estranho como uma música pode alterar ou influenciar tanto o nosso comportamento, o nosso humor e a nossa má-disposição. E só para que se veja a influência de tal acontecimento, dizem os cientistas que as vacas dão mais leite a ouvir Mozart! Fantástico… leite musical…
Quanto a este vosso humilde e Azul servo, um ouvinte compulsivo de música, torna-se difícil escolher uma música que marque de forma inequívoca. Porque de facto existem algumas e que , estranhamente, seguem todas uma linha. Porque os nossos gostos musicais mudam, vamos evoluindo. É uma característica dos humanos. Nunca estamos satisfeitos com aquilo que alcançamos, pelo menos durante muito tempo. Queremos sempre mais e mais. E ainda bem, porque se não, ainda andávamos no comboio a vapor e a cavalo.
E com o nosso gosto sé o mesmo, hoje gostamos de uma coisa, amanhã, não quer dizer que não gostemos dela, mas já vamos começar a apreciar algo mais.
Vejamos, este vosso servo, ouve desde a nossa querida amiga Mariza, até a algo mais pesado como seja Moonspeel! Gosto de apreciar os sons, os instrumentos e ai sou um apaixonado pelas guitarras eléctricas, e aí os anos oitenta continuam a ser os maiores. Led Zeplin, ACDC, os enormes Guns não’ roses com o seu semi-deus da guitarra Slash! Os apreciadores do Algarve e amigos do nosso falecido amigo Manu, os Iron Maiden e não menores, pelo contrário, os velhinhos Queen! Depois outros estilos claro, o Edge com o seu estilo completamente contrario a este movimento louco dos anos oitenta, com o seu estilo inigualável que dá um som e uma melodia única ás musicas de U2, seja no piano seja na guitarra.
E os meus queridos Xutos & Pontapés, que à trinta anos continuam a dar cartas no rock português iniciado pelo Senhor do norte Rui Veloso!
Assim num panorama tão grande é fácil ter um leque de músicas que a determinada altura da nossa vida nos foram marcando, seja pela idade, seja circunstância em que ouvimos a música. Lembro de um das primeiras que me despertaram seriamente a atenção: Under pressure dos Queen; Stuck in a moment, dos U2; depois vieram os Xutos e eu podia escrever aqui a discografia toda, mas escolho Circo de Feras, Homem do Leme, Remar Remar e Teimosia.
O Fonseca de Leiria, também deixou grande marca nos últimos tempos, e uma musica tem que ser mesmo muito boa quando consegue de facto suscitar sentimentos, e reacção em massa. Como se explica que num concerto em que o publico está totalmente ao rubro aos saltos e quase em êxtase, de repente fique sossegado quase em adoração ao palco, ao som de músicas como a Teimosia dos Xutos, ou Não Afastes os teus Olhos dos meus do David Fonseca?
A música da minha vida vai ser sempre aquela que consiga fazer com que eu a ouça no coração e não somente com os ouvidos. Aquela que me faça um sorriso enorme que eu não consiga disfarçar, aquela que me faça cantar no carro feito parvo, como é a Sweet Child of Mine e aquelas em que fico Azul a tentar cantar com o Tim.
Musicas da minha vida são aquelas que mostram aquilo que somos, eu sou um lamechas porque as que me tocam mais são as baladas, mesmo as mais pesadas do metal como aquela maravilha musical a que chamam Nothing else Matters.
Ouçam estas músicas e fiquem azuis como eu…
Sem comentários:
Enviar um comentário